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A saga do saca-rolhas (resumida)

Em Passo Fundo faz frio, talvez seja a cidade mais fria que eu já morei (?!). Comprei uma garrafa de vinho, muito mais poético e econômico que um aquecedor. É, mas eu não comprei o saca-rolhas. Duas semanas de frio e a garrafa de vinho lá, visitas e a garrafa de vinho lá…
Já chega, amanhã eu não almoço, mas hoje abro o vinho. Comprei o saca-rolhas, desses que são de ferro, amarelinhos, sabe?! Tri fofo… Cigarros de cravo, Belchior, escrever poesias, vinho…

COMO ABRIR UM VINHO
Coloque o saca rolhas no centro da rolha, perpendicular ao topo da corcho. Gire de modo que o ferrinho espiralado vá invadindo a cortiça até estar totalmente submerso. Segure o cabo-amarelo-do-saca-rolas com uma mão e a garrafa com a outra, puxe (tanto faz, o cabo ou a garrafa, mas mantenha uma das partes presa). PUXE, PUXE COM MAIS FORÇA, AH VAH CARLINHA, PUXE, VAMOS LÁ, QUANTOS VINHOS VOCÊ JÄ ABRIU NA VIDA, VÁ, PUUUUXEEE, AGOOOOORA: CRASHHHH!
A queda do saca rolhas. A queda da garrafa. Um ferrinho enfiado na rolha, um belo cabo amarelinho na mão, botella num canto da cozinha, carlinha no outro, belchior ao fundo… frio.






mas é assim, ontem papai veio, hoje me presenteou um saca-rolhas “mais resistente”, diz ele. talvez tenha mais sorte na próxima vez que tentar.

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