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conversa de trabalho

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música é música

Andei meio relapsa com o meu filocliente favorito. A exposição “contactos” teve a minha dedicação fervorosa, inclusive no photoshops das bonitas (as fotas). Nesta quarta agora vai acontecer o vernissage da exposição “Música”, estive me enrolando com o tema do cartaz por uns longos trinta/quarenta dias… hoje humildemente ele me lembrou que começa depois de amanhã e saiu um cartaz de minuto que será impresso pelos guris do Macondo.

***Desculpas públicas, companheiro Baisch, mas, sabes… trabalhar sob presão é mais gostoso. Desculpas, eu gosto das tuas coisas, embora prefira as minhas habilidades vetorias às tuas! hehehe.

Então é isso, a partir dessa quarta, música é música, ladrilhada sobre as paredes verdes mais azuis que eu já vi! =) (e quarta ainda tem o mercado das pulgas!)

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domingo no parque

eu e minhas boas amigas morenas. o vento. o lençol petit. o chimarrão. as carrapinhas. os projetos. a saudade antecipada da despedida febrereirística.

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adoração instantânea

Me chamou de coração. Disse que me adorava e ficou bombado em 15 dias. Ah, os homens são mesmo estranhos. Me chamou de coração, disse que me adorava, fez massagem nas minhas costas e não me deixou delinear as linhas do abdômem encaixotadinho com os dedos. Disse que assim se excitava. Que mal há em ficar excitado, pensei. Bem, com todos aqueles músculos pode haver algum mal. Me chamou de coração, disse que me adorava e nos beijamos na porta do táxi, com direito a levantada de panturrilha, aplausos dos bêbados na porta do bar e rubor na cara mais índie que eu poderia ter. Me chamou de coração, disse que me adorava, dispensou toda a atenção que os um e noventa e muitos metro poderia dispensar e disse: aparecerão outros como eu. Disse eu: sempre aparecem, talvez com um pouco menos de bíceps, menos duros e com mais barba.

Hahaha. Que palhaçada este universo heterossexual.

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da véspera da sexta

Gente do céu. Essa noite tive o sonho mais maluco dos últimos sonhos. Eu viajei pra encontrar um ex-namorado, gay, e me apaixonei pelo marido dele. Eu senti o cheiro do perfume, a-aham. Que viagem. Mas foi um amor de verdade. O marido, o marido era demais. Roubei pra mim.

hehehe. ok. Acordada, depois do suco na cafeteria-verde-que-agora-é-vermelha, passei na frente da casa de cultura e, tchanann, vou voltar a desenhar!

=)

Faceira e inspirada, entre salvar uma página do folheto de ofertas e alterar a outra, me perdi nas galerias do Mark Ryden. Fantástico. Fantástico. De-se-nhar!

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Confessionário

Sei que sou uma garota perturbada, algumas vezes. Na maioria delas, porém, delas, das vezes, na maioria delas, ou melhor, na maior parte das vezes, eu sou bem normal. Eu nasci, fui à escola, estudei como digna caçula e única menina. Fiz amigos. Viajei. Recebi um diploma. Estudei pra isso, meus pais, bem, meus pais trabalharam dura pra que eu tivesse tal formação. Venho de uma família sólida e, pode-se dizer, de uma família feliz. Muitos tios, primos, natais em festa. Sei que sou uma garota perturbada, algumas vezes. O que acontece é que eu aprendi a sempre querer o melhor, a querer fazer o melhor. Isso tudo, isso tudo com a educação que o meu pai borracheiro e a minha mãe funcionária pública me permitiram ter.

Querer mais. Fazer o melhor. Ser honesta. Ser honesta. Poder deitar a cabeça no travesseiro e estar em paz. Isso eles me ensinaram. Isso eu quero ter para sempre.

Eu sei que sou uma garota perturbada, algumas vezes. Mas ele, ahhh, ele é muito mais. Talvez seja a falta da base, pensei vez ou outra. Mas ele, ahhh, ele é o ser mais dicotômico que conheci na vida. Sabe o que eu sinto? Pena. Se faz na contradição e é pego pelo próprio rabo. Ele é a pessoa mais perturbada e mentirosa que conheci na vida inteira. Talvez não o faça planejando, talvez o faça porque não consegue ser melhor. Vive falsamente e alimenta falsos sonhos. Diz que não sonha, mas, ahhh, sei como sonha.

Eu sei que sou uma garota perturbada, mas pessoal, eu estou numa boa. Numa ótima. Eu tenho um bom emprego, posso comprar as bolsas bacanas da Maria Muquifo. Posso produzir a arte de um curta. Posso ler. Posso dormir pelas manhãs e passear no meia da tarde. Eu posso fazer planos. Eu posso viajar amanhã.

Eu só não posso é dizer pra ele o que eu quero. Porque isso, isso me tiraria o sono. Tiraria mais do que o sono que ele não tem quando se lembra de mim.

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o começo

O dia começou sem luz. Luz elétrica. Quase me “mau-humorentei”, mas nah! Um banho frio (muito frio) oito e meia da manhã até que cai bem. Agora o cabelo todo espivitado. nhu.

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In Dreams

E se eu também encontrasse uma orelha no baldio? Quem sabe a vida ficasse mais divertida! Well, David Linch pra começar a semana.

Outra coisa, eu pergunto pra todo mundo: ei ei, você viu Otávio e as Letras, do Marcelo Masagão?! Ninguém viu, ninguém viu, eu queria tanto conversar sobre… nhu. Beijocas estaladas!

=)

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exílio

Noita passada sonhei que havia chegado em um lugar onde não entendia o que as pessoas falavam. Na verdade, parecia que todos eram mudos e eu era calada. Me colocaram em uma sala para eu esperar alguma decisão deles. Penso que fui de navio. Da salinha dava pra ver uma baita mar com um céu tri branco. No mar tinham vários barquinhos com velas amarelas e vermelhas. Eu saltei a janela e andarilhei, era paralelepípedo. Parecia Colônia do Sacramento, no Uruguai. Mas era mais longe. Eu sabia que logo iam me pegar e eu seria deportada.

Acordada, concluí que ser exilada é a forma mais cômoda de sair do país e de ser aceito na Europa. Diz a minha amiga Edina que eles pagam até aposentadoria pelos anos de exílio. hehe. Se eu fosse da geração aquela, eu seria exilada. =)

Ficamos pensando, na verdade, fiquei pensando: que motivos, hoje, poderiam exilar uma pessoa?!

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bú!