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Não.

Blasé-Balonè. Algumas cervejas. Planos de viagens. Planos de Arte. Não. Blasé-Balonè. Quanto tempo desde 2005, quanto apego e quanta desmotivação. Blasé-Balonè. Não. Tira as botas pra coçar. Teus pés estão grudados também? Mas me dá um motivo. Dou dois: blasé-balonè. Eu nunca caio. Eu sou blasé-balonè e sempre caio. Não. Preciso de calor. Tuas mãos já estão mortas. Não se deixe enganar pelo que há atrás dos óculos delineadores do olhar blasé. Balonè. Não. Um extintor de incêndio apagando o fogo da tua saia balonè renderia uma obra de arte. Tão blasé. Desejo minhas chamas ao teu redor. Tire as botas pra coçar. Não. Eu nunca caio. Eu sou blasé-balonè e sempre caio. Nossos dedos estalando dão ritmo à rua vadia. Escrota para elas. Temos olhado a vida assim, meio blasé. Queria me desapegar de tudo mesmo. Tu pode mais que eu. Tu és tão balonè. Prende a barra da saia nos joelhos e vai. Sem duvidar. Não pense que eu desisti de mim. Não. Com esse meu jeito cool. Com esse meu jeito cool que tu não gostas. Com esse meu jeito e por trás destes meus óculos delineadores de um olhar blasé. Por tras disso tudo eu continuo te olhando. Mas não. Não se perturbe e não me deixe enganá-lo. Balonè-não. Os teus pés também estão grudados?

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