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Amorzinho – O Final.

Reconhece-mo-nos como quem há uma semana dividiu passados e risadas. Sim, eu quis causar desconforto. Ele não moveu os lábios. Minhas mãos tremeram. Primeiro tu tens aquela coisa do coitadismo e da auto-piedade. Passado isso vem aquela coisa de pensar que nada, nem significava nada, esse tipo de homem gosta mesmo de mulherzinhas-de-sandálias-rosa-e-cabelo-ruim. Logo infla o peito e pensa que sim, tu é muito melhor do que ela, muito mais novidade, muito mais independente e objetiva. É. Depois volta o coitadismo, levo as duas mãos à cabeça e quero me auto-fazer-carinho. Depois volta a fortaleza. A amiga está ali pra dizer que coisinhas assim passam e que não sei o quê. Entre coitadismos e fortalezas passei minha primeira noite de carnaval.

E não venha com esse papo de carlinha como tu és bacana e consegue ficar super a vontade levar horas de papo alegre sem perder o fio da conversa que tu sabes os momentos e os assuntos e as fugas e prende os olhares. Bacana só se for pra quando tu estiveres disposto a entender que não se entra na vida de uma garota que-era-triste e vai embora sem lavar os lençóis. Faz tempo que não digo isso: vá cagar!

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