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Já é dia 24?

Eu tô sentindo que a galera anda entediada, não tão ouvindo nada e não tão dando risada: E aí qualé vâmo lá moçada, vâmo mexe, vâmo dá uma agitada! Esse nosso papo anda tão furado: é baixaria come-come e bunda prá todo lado. Eu quero me esbaldar quero lavar a alma, quem sabe sabe quem não sabe bate palma. E prá celebrar a nossa falta de assunto vâmo todo mundo cantar junto (Ueba!):
Eu não tenho nada prá dizer
Também não tenho mais o que fazer
Só prá garantir esse refrão
Eu vô enfiar um palavrão: Cu.

Ultraje A Rigor

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silêncio, no hay banda.

a) . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ?
b) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .!!!!!!!
a) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , !
b) =/
a) ?
b) =\
a) …

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Disney

vou investir no mercado imobiliário assim que tiver algum dinheiro. na verdade, a partir de hoje estou encomonizando para isto. ieah. não sei me despedir de empregos. eu chorei quando desci as escadas brancas que tem aquele cheiro bom. não sei. me deu um aperto. meio que. não sei mesmo.

🙂
novo ciclo, aí vamos nós.

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Quinta-Feira

Nunca pintem suas unhas de azul carbono. Tipo: nun-ca. Pode até ficar legalzinho, mas pra tirar é um sufoco. Gastei o pote de removedor de esmaltes e umas dezoito buchas de algodão. Resultado? Rá. Ainda tenho os dedos, até a primeira junta, como se tivesse lavado papel carbono. Um no-jo.

Futilidadezinha em cima, venho bem contenta contar que hoje foi o penúltimo dia de trabalho. Fiquei até mais tarde na axênça para tentar agrupar um pouco dois quase dois anos trabalhados lá, na ilha da fantasia do supermercado, no meu pen-drive. Tenho meio job pra terminar amanhã e ba-bau, tchau e gracias, como diria a mãe, mas com um aperto no peitinho. É duro largar uma coisa assim, tão ligada. É tipo sair de casa pra ir morar em outro país sem ter nenhuma perspectiva, sabe? Sei.

Nenhuma cerveja pra comemorar. Nenhum vinho pra deixar as bochechas vermelhas. É mesmo hora de ir embora antes que estes dias repetidos e cinzas tomem conta das memórias coloridas. Estranho, mas encaro bem esse ciclo de gente trabalhadora com preguiças de ter vida social nas quintas. Até que reajo bem, certo que faço chantagens com os amigos mais próximos de que só faltam dezesseis dias, 3 finais de semana e mimimi, mas nem adianta, eu faço de brinquedo e não fico triste de verdade. Eu sei que é assim e não tem outro jeito. Àquele tempo de ter banda na hora da despedida tá bem bonitdo na memória e é suficiente.

Ando faceira. Boca na orelha.

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Maio

Maio foi um mês de intenso movimento. Decisões importantes foram tomadas. Relações tomaram rumos diferentes e talvez, até, promissores. Acertamos três números na mega-sena e a circulação monetária foi a maior do ano. Rins, garganta, novos piercings pelas orelhas, cabelo rosa, pelo encravado na virilha e outra série de pequenas alterações no corpo só não foram obstáculos porque carlota aqui tava com a vibe desenhada.

Trabalho: Hoje iniciamos aquilo que se chama de última semana no emprego. Os minutos parecem horas. A manhã se arraaaasta e a tarde parece que não tem mais fim. A quantidade mínima de atividades pendentes faz com que você passe 95% querendo atenção sobre seus novos projetos, porém precisa dar-se conta de que a vida de todos os outros segue no mesmo ritmo, e até talvez esteja um pouco mais acelerada com a sua partida. Dá-se conta de como são importantes as pessoas com quem conviveu nos últimos dois anos. Não se ilude que são seus melhores amigos, pois logo alguém vai ocupar aquela cadeira e preencher os dias deles com novas risadas, maneiras de acomodar-se e cacoetes. Você gosta dos seus quase ex-chefes. Às vezes fica fula da vida e se imagina correndo da cozinha até a porta da sala deles pra pegar impulso, vê-se pulando na mesa e o agarrando pelo colarinho dizendo algo como: não seja tão chaaaaato!! Mas você sabe que, já na superfície, é grande admiradora das figuras e só está indo embora porque é hora de dar uma agitada no cérebro. Você vai sentir falta. Sabe disso.

Família: A mãe, todo ano, faz aniversário duas semanas depois do dia das mães, que é sempre no máximo umas três semanas depois da páscoa. Bons eram os tempos que a gente fazia cartões decorados e preparava o café da manhã. Agora, com a chegada da bendita fase adulta, você compra pra ela coisas que ela gostaria de ter, e coisas que ela não gostaria. Mas você compra, de quinze em quinze dias. Yeah! O sobrinho tem um mês e parece que tem quatro, de tão fofucho. Afilhada, cunhada, irmão1, irmão2, namorada do irmão dois e pitty estão todos bem, um pouco gripados, mas todos gozando de perfeita respiração.

Dieta: Meio que foi pro saco. Continuo tomando os remédios direitinho, mas com a coisa da pedra no rim, da gripe elefantina, cabelo rosa, excesso de trabalho e inverno, alguns finais de semana foram atropelados e ingeri doses cavalares de endorfina, fazendo a dignidade sair do corpo e só voltar no domingo, cinco da tarde. -11Kg, isso é bom. J

Saúde: Como eu disse, é a minha pior coisa. Uma pedra no rim, uma garganta podre, a orelha direita inflamada, um calo – siiiim, um calo – embaixo do dedo mingo do pé direito e rinite. Hoje também senti umas palpitações e tontura. Pensei que ia vomitar no ônibus. Não sei, talvez eu seja hipocondríaca. Será? Ainda preciso ir ao dentista.

Amor: Lá vem mais um dia dos namorados que continuo encalhada. Perspectivas? Não. Nem sobre Buenos Aires, nem sobre. Já me disseram ENE vezes que não sei fazer essas coisas de namorar e dividir meus projetos. Uma vez, e já contei isso, eu tentava colar meu caminho em um outro. Agora percebo impossível tal sandice… tampouco permito que o contrário aconteça. Nada de amor. Pelo menos economizo num presente. Bem que ia ser bom e não há como negar, nesse frio um namoradico de pés quentes. Mas, imaginem o caos que o pobre viveria ao visualizar a namorada passando por um momento de tamanha transformação?! É. Melhor só do que fazendo doer, e doendo.



Resumo: Viajo mais pro final do mês. Não tenho casa. Não tenho emprego. Não tenho portifólio. Não tenho passagens. Não tenho carteira de identidade. Não tenho muito dinheiro e não vou fazer festa de despedida.