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Ensaio sobre a minha paciência.

Sabe a moça que espera na janela, com a flor no cabelo, toda donzela: essa não sou eu. A moça que tem todo o tempo do mundo, que dorme cedo, que bebe chá de canela: tampouco. A moça que aceita, que entende, que pondera: wtf?

Eu sou a guria ansiosa, a moça travessa, a mulher de€£@1%”. Eu uso rimas pobres quanto tenho vontade e calculo tudo, absolutamente tudo, quando atiro o coração pra frente e caminho ligeiro para buscar. Eu calculo até o tempo que você pode demorar para atirar o seu e, se considerar que é muito, saio correndo para resgatar o meu – eu não vou deixar ele esfriar, eu não vou deixar ele batendo fora de mim se você não estiver disposto a acelerar o passo para agarrar e tomar conta dele por algum tempo.

Sei exatamente o que você está pensando, sempre. Eu sou maga – disse uma bruxa. Bú.

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